Pois o valor, antes que no fim, está no processo.
Melhor a "dor metafísica" de todas as manhãs,
e a agústia simpática do se pôr-no-travesseiro,
do que a fuga indevida da vida...
Devo enfrentar o absurdo com resignação indolente,
sentindo em mim minha infinita ilimitação.
Crio! porque assim faço de mim minha revolução.
Crio! pois é o único modo de prestar contas com minha insatisfação.
Arrisco tudo pelo prazer inconsequente do transbordar.
E, assim, faço de mim o momento intenso da minha revolução criativa
- processo mesmo de ir além do limite -
cumprindo, assim, o meu "dever sisífico" para comigo mesmo.
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